quinta-feira, janeiro 19, 2012

O cartucho com 1.000.000 de jogos


Isso mesmo! UM MILHÃO!
Mas como assim? O Dotaku explica!
Um dos clones de quinta categoria feitos pela china é o Funstation 3, que apesar de tentar se passar por um PS3, só roda cartuchos de NES 8 bits.
Até aí nada demais... a China produz essas tranqueiras as dúzias, porém... o Funstation 3 guarda um trunfo na manga...
Um cartucho com UM MILHÃO DE JOGOS. É sério! Confiram na foto acima o dígito no cartucho!
Eu ri demais quando vi isso! Deve ser a coisa mais tosca da face da terra... no mínimo desmembraram os jogos em fases e colocaram cada fase como um jogo, além de colocarem os níveis de dificuldade (easy, normal, hard...) como jogos diferentes também, além de clones horrendos, como um que vi uma vez, onde colocaram uma pseudo-Tartaruga Ninja no lugar do gorilinha de "Donkey Kong Jr".

Putz... Tem coisas que só a China faz por você!

P.S1: O Dotaku gostaria de lembrar que esse não é um produto oficial da Nintendo e os jogos são usados de forma não licenciada nem autorizada legalmente.

P.S2: Quem não conseguiu ver na foto acima, dê uma olhada nesse link, onde tem uma maior: http://fotos.noticias.bol.uol.com.br/entretenimento/parece-mas-nao-e-clones-de-consoles_album.htm?abrefoto=3#fotoNav=26


quarta-feira, janeiro 11, 2012

(Notícia Bizarra) Cachoeira corre ao contrário!


Metereologistas, geólogos e correlatos, morram de raiva.


"Ghostbusters 2"- NES



Faz uns 20 anos que joguei esse jogo... deve ter sido em 1992 que peguei ele emprestado com um colega que morava na mesma rua que eu. Tenho quase certeza de que foi nesse ano que joguei (e quase venci!) "Ghostbusters 2".Praticamente todo mundo que eu conheço que tinha um Phanton System tinha o jogo "Ghostbusters". Ele acompanhava o videogame. Não era um grande jogo, não mesmo, mas também não era a abominação que tanto se fala por aí. Independente de "Ghostbusters" ser mais ou menos ruim do que sua fama, é indubitável que a sequencia foi muito melhor!Lançado em 1990 pela Activision, famosa produtora norte- americana tanto de jogos do Atari no passado quanto de sucessos atuais como "Call of Duty" (jogo que detesto, diga-se de passagem), "Ghostbusters 2" seguia de perto a história do segundo filme da franquia e, ao contrário da maioria dos jogos inspirados em filme, conseguiu algum sucesso nisso e ao mesmo tempo ser palatável o suficiente para ser jogado.


História e roteiro

Basicamente a mesma do filme. Um antigo lorde feiticeiro dos Cárpatos, Vigo, cujo espírito se encontrava em um quadro recebido por um museu de Nova York. O espírito do antigo tirano tenta tomar o corpo de uma criança para renascer e reconquistar seu poder. O quarteto de caçadores de fantasmas tenta impedir que Vigo tenha sucesso e salvar o bebê, a cidade e a sí mesmos, não necessariamente nessa ordem.



Gráficos, Música e Efeitos Sonoros

Não são o ponto forte do jogo. São fracos, mesmo em se levando em consideração as limitações do NES. Os sprites dos caça-fantasmas são bem simples, assim como os dos oponentes. Os cenários são medianos, assim como os gráficos das cenas do carro e da Estátua da Liberdade.A exceção fica para as cenas da abertura, que são bem feitas e legais!



A famosa música tema dos filmes está presente o jogo inteiro. A capacidade técnica do NES comprometia um pouco, mas ainda assim era muito legal se aventurar pelas fases embalado pelo tema de "Ghostbusters".Os efeitos sonoros cumpriam sua função, sem serem excepcionais.



Controles e jogabilidade



A jogabilidade não era problema. Os comandos respondiam bem. Quanto aos controles, veio a tona uma das principais limitações do NES: ter apenas dois botões. Isso trouxe uma complicação séria nesse jogo, fazendo com que "Ghostbusters 2" NÃO tivesse "Pause"! Ir ao banheiro durante esse jogo? Nem pensar! O botão Start era usado para lançar a armadilha para capturar fantasmas, enquanto o botão A saltava e o B disparava a arma. Para variar um pouco, o botão Select era inútil. Por que não colocaram o botão select para disparar a armadilha? Não faço a menor idéia...



Dificuldade



Bem difícil, mas nada tão fora do padrão da época. Era possível ganhar vidas coletando 20 símbolos do filme "Ghostbuster 2" e elas eram realmente necessárias, acredite...Cheguei quase no final e realmente não venci devido as minhas limitações como jogador mesmo. O que mais atrapalhava era que o jogo tinha limite de tempo (marcado no canto esquerdo da tela por um relógio de aparência antiga) e não possuía função Pause.


Comentário Final



É apenas mais um dos jogos de ação/ aventura estilo plataforma do NES. Não é excepcional, não é ruim. Poderia ter sido melhor? Poderia. Em 1990 já se tinha capacidade para produzir gráficos bem melhores, mas ainda assim rende umas boas horas de diversão para aqueles, como eu, que são fãs de jogos plataforma em 2D. Na época lembro de ter me divertido bastante com esse jogo. Recomendado para retrogamers, fãs de jogos estilo plataforma e fãs incondicionais da franquia "Ghostbusters".



NOTA: 6,0

Super Mario Ball Z

Qual será o nível de poder do Mario?

terça-feira, janeiro 10, 2012

Dotaku Vídeo: Otakus e suas "otakices"



Acho que esse vídeo fala umas boas verdades pra muitos otakus e otomes alienados. Inclusive fala de vários fatores que me fizeram (inclusive minha namorada e muitos amigos/colegas meus) parar de frequentar eventos de animê e similares há um tempinho já...

E se você o criticou por alguma pronúncia errado já mostra sua abundância em imaturidade! Afinal o cara nem otaku é! ;)

terça-feira, janeiro 03, 2012

Ran Igarashi lançará novo mangá


Ran Igarashi, autor de Hozuki-san Chi no Aneki, irá lançar um novo mangá na edição de março da revista Young Ace (que estará a venda no dia 4 de fevereiro) da editora Kadokawa Shoten.
O novo mangá ainda não tem um título definido.

Hozuki-san Chi no Aneki, mangá de comédia romântica, foi publicado na mesma revista de 2009 a 2011 tendo 4 volumes, o último lançado em 13 de dezembro de 2011, e ainda um spin-off no formato 4-koma (tirinhas). Desde novembro está sendo adaptado em anime.

Fonte: ANN

Homenagem aos clássicos da Nintendo

Para começar 2012 uma homenagem a vários personagns que marcaram a infância e adolescência de muitos, na bela arte de Zac Gorman ( http://magicalgametime.com/ ).

Quem consegue reconhecer todos?

segunda-feira, janeiro 02, 2012

Hana no Android Gakuen:Telefones Android vão para escola


A ASCII Media Works está lançando o mangá "Hana no Android Gakuen (Android School of Flowers)" de Noriyuki Kayama.


O mangá transforma as principais marcas de smartphones em alunas da Android School.
No site da revista foram colocados os primeiros capítulos (1 ao 3, 4). 




Soni Eri-chan: Uma das cinco estudantes trazidas pelo Google-sensei. Nasceu no Reino Unido, filha de pai  japonês e mãe sueca. Foi viver por conta própria, mas está querendo voltar para o seu pai.













Moto Rola-Chan: Uma das cinco estudantes trazidas pelo Google-sensei. Nasceu nos E.U.A e atualmente é casada com o Google-sensei.



















HT C-chan: Uma das cinco estudantes trazidas pelo Google-sensei. Nasceu em Taiwan. Foi a primeira a entrar na Android School sendo sua primeira aluna modelo.

















Sam Sung-chan: Uma das cinco estudantes trazidas pelo Google-sensei. Nasceu na Coréia. A segunda aluna modelo da escola, tem estado bem feliz ultimamente e está no meio de uma briga com a Apple-kun, da escola vizinha.
















Elle G-chan: Uma das cinco estudantes trazidas pelo Google-sensei. Nasceu na Coréia. Anda com uma bolsa Prada e adora Fórmula 1.


















Sharp-chan: Nasceu no Japão. Tem sido vista com muito respeito pelo Google-sensei.




















Tōru Fuji-chan (Fujitsu): Nasceu no Japão. Tem boas notas e é querida por todos, mas é muito tranquila e desajeitada.


















Kashio Nko-chan: Muito bonita, adora marcas famosas.









Apple-kun: Nasceu nos E.U.A. Estudante de uma escola próxima, perdeu seu pai em outubro de 2011. 
















Mais informações (em japonês) aqui.
Fonte: ANN